Na tese efectuada pelo escritor Fernando da Silva Correia, que se baseou na análise a uma das obras do polígrafo Costa Goodolfim, a Misericórdia de Abrantes faz parte das sessenta e uma que a Rainha D. Leonor fundou, considerando-se, deste modo, como data da fundação, o ano de 1504.

Num outro documento que faz parte do historial da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes, conforme alvará de 21 de Março de 1532 do Infante D. Fernando, por ele assinado, é ordenada a anexação do Hospital de Abrantes à Santa Casa da Misericórdia, "determinando que o Provedor e oficiais da Santa Casa, elegessem, entre si, um recebedor que aceitasse todas as coisas que no Hospital houvesse e um escrivão que delas fizesse termo de recebimento".

 
 

Acção da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes


Após a entrega do Hospital do Salvador à Santa Casa da Misericórdia, conforme alvará do Infante D. Fernando, filho do rei D. Manuel I, a sua acção centrou-se, fundamentalmente no campo da prestação de cuidados de saúde, assentando os serviços no espírito de misericórdia da Irmandade, com a colaboração de senhoras que faziam serviços de enfermagem, bem como todos os outros inerentes à vida do hospital.

A Irmandade Religiosa prestava também a sua colaboração nesses serviços, especialmente no tratamento de doentes, e era a madre que tinha a seu encargo os problemas de alimentação, pessoal menor, etc...

Com a conjuntura política que teve início no ano de 1975 e com a nacionalização do Hospital do Salvador, a Santa Casa da Misericórdia de Abrantes viu-se privada do referido Hospital e de todos os seus pertences, iniciando a partir desse período uma profunda remodelação, desenvolvendo outras respostas sociais, nomeadamente o Lar de Idosos, que foi construído no local onde existira, durante dezenas de anos, o seu Cine-Teatro. Pela acção dos Corpos Sociais nesse período, foram definidas as seguintes respostas sociais:

 

Lar de Idosos

 

Creche e Jardim de Infância

 

Reconversão do Hospital do Salvador


Após a entrega do Hospital do Salvador à Santa Casa da Misericórdia, conforme alvará do Infante D. Fernando, filho do rei D. Manuel I, a sua acção centrou-se, fundamentalmente no campo da prestação de cuidados de saúde, assentando os serviços no espírito de misericórdia da Irmandade, com a colaboração de senhoras que faziam serviços de enfermagem, bem como todos os outros inerentes à vida do hospital.

A Irmandade Religiosa prestava também a sua colaboração nesses serviços, especialmente no tratamento de doentes, e era a madre que tinha a seu encargo os problemas de alimentação, pessoal menor, etc...

Com a conjuntura política que teve início no ano de 1975 e com a nacionalização do Hospital do Salvador, a Santa Casa da Misericórdia de Abrantes viu-se privada do referido Hospital e de todos os seus pertences, iniciando a partir desse período uma profunda remodelação, desenvolvendo outras respostas sociais, nomeadamente o Lar de Idosos, que foi construído no local onde existira, durante dezenas de anos, o seu Cine-Teatro. Pela acção dos Corpos Sociais nesse período, foram definidas as seguintes respostas sociais:

Organograma